Vento fraco atrasa largada do Brasileiro de Snipe em Florianópolis
25/01/2010
O fraco vento que soprava nesta segunda-feira em torno das 13h na raia de Jurerê levou ao atraso da largada para a primeira das duas regatas deste primeiro dia do 61º Campeonato Brasileiro da Classe Snipe, que acontece até a próxima sexta em Florianópolis (SC).
Já passava das 15h30min quando um bom vento começou a soprar de sul, em torno dos 14 nós, e a largada pôde acontecer. A segunda regata começou em torno das 17h e os trabalhos terminarem em torno das 18h30min.
“Como ao meio-dia já estávamos na raia, ficamos boiando três horas e meia”, lamentou o gaúcho Átila Pellin de Lima.
Entre os 134 velejadores inscritos na competição, o dia de atraso não foi nada produtivo para Manoel Menezes e Rafael Carvalho.
“O galindel (peça que prende a retranca) quebrou minutos antes da largada e tivermos que desistir”, contou Manoel, garantindo que amanhã a dupla de Içara, no sul de Santa Catarina, estará novamente na raia.
Outra dupla catarinense, Rogério Capella e Wallace Lobo Júnior, de Florianópolis, chegaram a largar, mas também voltaram com problemas para a sede oceânica do Iate Clube de Santa Catarina - Veleiros da Ilha (ICSC), organizador do evento:
“O macarrão da esteira (cabo na base da vela) arrebentou, mas já estamos consertando e vamos retornar à raia”, falou Capella.
A dupla Ricardo Barbosa e Gustavo Simões, de São Paulo, teve problemas com o cabo da adriça, também voltou para terra, fez o conserto às pressas e retornou para a disputa deste primeiro dia de Brasileiro.
Além de velejadores de Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul, atletas do Paraná, Brasília, Bahia, Sergipe, Rio de Janeiro e Argentina estão em Jurerê. A flotilha do Rio é a segunda maior do evento, com 22 barcos, quase empatando com os anfitriões, que somam 24 embarcações.
Na turma do Rio estão nomes como o do campeão mundial da classe, Bruno “Bebum” Bethlem; do vice-campeão mundial de Match Race, Henrique Haddad, e da campeã sul-americana e brasileira de Match Race, Juliana Mota, que forma dupla com a proeira Larissa Juk, do ICSC.
Por: AI Jeni Andrade
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